Projeto de Lei 327/XVII
Esta proposta ainda não foi votada em plenário, ou a votação aguarda verificação.
Um projeto de lei é apresentado por deputados ou partidos. Se for aprovado em votação final global, segue para promulgação pelo Presidente da República e torna-se lei. Mais termos no glossário
47 intervenções a 18 dez 2025 · 10 partidos
Resumo gerado por IAO que cada partido defendeu, a partir do Diário. Pode conter imprecisões.Como é feito
Considerou que as propostas do PS são avulsas e copiam medidas em curso, e que o Governo trabalha na sustentabilidade da vida independente. Concordou com a criminalização da esterilização forçada, apontando falhas técnicas, e questionou o impacto orçamental dos guias de atletas.
Criticou as propostas do PS, considerando que não garantem profissionais nem financiamento, e que o deferimento tácito pagaria antes de fiscalizar. Defendeu os seus projetos sobre ensino superior e juntas médicas, questionou o CDS sobre rastreios auditivos vinculativos e pediu investigação na esterilização forçada.
Defendeu a criminalização da esterilização forçada, a Vida Independente sem condição de recursos, o acesso ao ensino superior e um processo extraordinário para recuperar pendências das juntas médicas. Pediu a aprovação na generalidade e criticou a votação de novembro sobre a condição de recursos.
Defendeu, para os produtos de apoio, verbas definidas logo após o Orçamento e deferimento tácito, e que os guias de atletas sejam reconhecidos como agentes desportivos. Pediu ao Governo que acelere o relatório da educação inclusiva e defendeu serviços mínimos na educação.
Defendeu alterações ao IRS para que a pessoa com deficiência possa ser dependente e optar pelo não-englobamento dos rendimentos, com dedução atualizada para três vezes o IAS. Pediu mais docentes de educação especial e que a vida independente não dependa de condição de recursos.
Defendeu o atestado multiúso gratuito, sem juntas médicas quando a incapacidade possa ser confirmada na unidade de saúde, e a pensão antecipada aos 55 anos com 60 % de incapacidade. Questionou o CDS e o PSD sobre intérpretes de língua gestual no Orçamento.
Defendeu uma recomendação ao Governo, em vez de lei, para reforçar os rastreios auditivos e o acesso a implantes, por ser matéria de execução. Propôs execução faseada e criticou o PS, considerando que devia ter avançado mais quando governou.
Defendeu o fim da esterilização forçada, sem exceções, e a antecipação da reforma para pessoas com 60 % de incapacidade, por considerar o trabalho mais difícil para elas. Considerou que PSD e Chega concordam com a criminalização e defendeu ouvir associações na especialidade.
Defendeu que as famílias enfrentam exaustão e custos elevados por falhas do Estado, como juntas médicas atrasadas e apoios insuficientes. Considerou que as iniciativas minimizariam o sofrimento das famílias e que o Parlamento não pode ficar em silêncio.
Defendeu a criminalização da esterilização forçada, incluindo de menores, e que nenhuma esterilização ocorra sem consentimento livre, informado e indelegável. Propôs ainda reduzir o horário de trabalho dos pais de filhos com deficiência ou doença crónica, independentemente da idade.
Quem falou, segundo os dados abertos do Parlamento. O vídeo e o Diário da Assembleia da República mostram o que cada pessoa disse.