Apreciação Parlamentar 1/XVII
Esta proposta ainda não foi votada em plenário, ou a votação aguarda verificação.
Na apreciação parlamentar, os deputados analisam um decreto-lei do Governo e podem propor alterá-lo ou fazê-lo cessar. Mais termos no glossário
28 intervenções a 19 set 2025 · 9 partidos e o Governo
Resumo gerado por IAO que cada partido defendeu, a partir do Diário. Pode conter imprecisões.Como é feito
Defendeu que a privatização consta do programa da AD e que os proponentes não apresentam alternativa, considerando que a cessação não acompanha o mercado europeu da aviação. Considerou que as grandes companhias europeias têm capital privado ou misto, e que a bandeira fica acautelada.
Questionou o montante total dos ativos problemáticos, as garantias contratuais contra a sua saída do perímetro antes da venda e a responsabilidade solidária do comprador pelos passivos. Propôs uma comissão especial com o Tribunal de Contas e a manutenção do hub em Lisboa.
Defendeu que a TAP precisa de um parceiro para crescer, não necessariamente privado, mantendo o papel estratégico do Estado. Questionou como se garante o interesse estratégico do Estado numa privatização total e considerou que a TAP gera 4 mil milhões de euros em exportações.
Criticou a proposta por manter a TAP maioritariamente pública, considerando que esta não é essencial para o hub, a coesão territorial ou as ligações aos emigrantes. Considerou que uma TAP privada serviria esses destinos e rejeitou um papel estratégico reservado a empresas públicas.
Defendeu que a TAP é um ativo estratégico, pela ligação aos arquipélagos, à diáspora e aos países lusófonos, devendo manter-se pública. Questionou a pressa da privatização e a visão do Governo para a companhia, pedindo garantias de que a venda fica nos 49,9 %.
Defendeu uma TAP pública e nacional, considerando que a companhia só esteve em risco durante as anteriores privatizações e que o investimento público se recupera com a própria TAP. Considerou que a privatização total não garante a bandeira, o hub nem a sede.
Defendeu a privatização da TAP, compromisso do Programa do Governo, considerando que o Estado não deve gerir uma companhia aérea. Considerou que o processo deve manter a marca, a sede e a direção em Portugal e recuperar parte do investimento público.
Defendeu que a privatização só avance com garantias de serviço público, rotas estratégicas para as regiões autónomas e a diáspora e mobilidade justa entre a Madeira e os Açores. Considerou que, enquanto essas garantias não existirem, o JPP não acompanha o processo.
Defendeu uma consulta pública mais alargada, considerando que a decisão, tomada à pressa, não garante empregos, rotas para os Açores, a Madeira e os países lusófonos nem compromissos climáticos. Acompanhou favoravelmente as propostas de cessação, por considerar essa decisão um erro estratégico.
Defendeu a venda de 49,9 % do capital, com 5 % para os trabalhadores, a operadores aéreos com receitas acima de 5 mil milhões, ficando o Estado com 50,1 % dos direitos económicos. Apontou um processo em quatro etapas, com serviço público inalterado.
Quem falou, segundo os dados abertos do Parlamento. O vídeo e o Diário da Assembleia da República mostram o que cada pessoa disse.