Projeto de Lei 389/XVII: Cria o Programa “Voltar a Casa”, para dar resposta às pessoas que se encontram nos hospitais com alta clínica a aguardar vaga em respostas sociais
Votação final global · 19 jun 2026
Toque num partido para ver os seus lugares
130 deputados a favor, 100 contra e 0 abstenções.
Nenhum deputado votou de forma diferente da sua bancada nesta votação.
Cria o programa «Voltar a Casa» para pessoas que já têm alta clínica, mas continuam no hospital sem casa ou família com condições para as receber. Inclui vagas em equipamentos sociais, apoio no domicílio e uma nova Residência de Transição, com estadia até dois anos. Segundo a exposição de motivos, mais de 2.800 pessoas aguardam nos hospitais.
Resumo gerado por IAPode conter imprecisões. Como é feitoLer o texto oficial
Um projeto de lei é apresentado por deputados ou partidos. Se for aprovado em votação final global, segue para promulgação pelo Presidente da República e torna-se lei. Mais termos no glossário
23 intervenções em 2 sessões · 10 partidos
Resumo gerado por IAO que cada partido defendeu, a partir do Diário. Pode conter imprecisões.Como é feito
Voto de cada partido: Votação na generalidade · 27 fev 2026 · Aprovado
Criticou o projeto do PS, considerando que não prevê financiamento nem prazos, e defendeu que o Governo age com medidas como a Portaria n.º 20/2026/1 (400 vagas intermédias), o projeto-piloto SAD+Saúde e contratos para 3300 novas camas de cuidados continuados.
Criticou o diagnóstico do PS, que considerou misturar 734 casos sociais com mais de 2000 doentes em espera de vaga, e alertou para custos anuais que podem ultrapassar 288 milhões de euros. Propôs um plano para erradicar os internamentos e uma bolsa de vagas.
Defendeu que o número de pessoas com alta nas enfermarias subiu 50 % em dois anos e que o programa Voltar a Casa, com residências de transição, propõe respostas legislativas estruturadas. Criticou as medidas do Governo e pediu a aprovação na generalidade.
Considerou que o problema é o subfinanciamento da rede de respostas sociais, com valores pagos abaixo dos custos, e não novos programas. Anunciou uma proposta para atualizar os valores da Rede de Cuidados Continuados e Paliativos.
Considerou que falta direcionar o PRR e o PARES 3.0 para vias de saída e propôs mais vagas residenciais, mais capacidade na Rede de Cuidados Continuados e Paliativos e cuidados domiciliários, além de um projeto-piloto com redes de vizinhança.
Defendeu que os internamentos sociais, com mais de 2300 camas, exigem uma rede pública própria em vez de mais pressão sobre o setor social. Propôs mais 3000 vagas em residências para idosos, em imóveis públicos, e reforço do financiamento à rede social e solidária.
Criticou o PS por não ter atualizado os valores por cama da Rede quando governou, e defendeu que os custos subiram e as instituições perdem técnicos. Propôs um aumento extraordinário dos valores por cama, mais substancial do que o de maio do ano passado.
Defendeu que os internamentos sociais existem por causa das regras da economia, que protegem os lucros dos bancos, da EDP e da Galp. Propôs reforçar a oferta pública do SNS, reconvertendo património público em unidades de convalescença e manutenção.
Defendeu que as iniciativas devem libertar camas hospitalares e garantir dignidade às pessoas com alta, e anunciou que apoiará as soluções, exigindo compromisso, estabilidade e execução.
Defendeu que 28 recém-nascidos não tiveram alta no último ano por não terem casa para onde ir, e propôs uma estratégia nacional de alta segura na primeira infância, um indicador nacional de internamentos sociais e suporte habitacional para grávidas e mães.
Voto de cada partido: Votação final global · 19 jun 2026 · Aprovado
Quem falou, segundo os dados abertos do Parlamento. O vídeo e o Diário da Assembleia da República mostram o que cada pessoa disse.