Proposta de Lei 65/XVII
Esta proposta ainda não foi votada em plenário, ou a votação aguarda verificação.
Uma proposta de lei é apresentada pelo Governo. Se for aprovada em votação final global, segue para promulgação e torna-se lei. Quando é uma autorização legislativa, o Governo aprova depois as alterações por decreto-lei. Mais termos no glossário
24 intervenções a 15 mai 2026 · 10 partidos e o Governo
Resumo gerado por IAO que cada partido defendeu, a partir do Diário. Pode conter imprecisões.Como é feito
Defendeu que a reforma é necessária para alinhar Portugal com o Pacto Europeu em matéria de Migração e Asilo, com decisões mais céleres e retorno mais eficaz. Considerou que o problema nunca foi a imigração legal, mas a ausência de um sistema eficaz.
Defendeu que a lei do asilo deve ser alterada, porque o pedido suspende a ordem de saída em todas as instâncias. Considerou que isso permite a requerentes com pedido negado várias vezes ter alojamento e apoio financeiro, e propôs decisões rápidas sobre cada processo.
Questionou onde está a fraude que justifique a alteração e criticou o aumento da detenção em CIT de 30 para 180 dias. Considerou que o fim do efeito suspensivo dos recursos viola a Convenção de Genebra e o direito da União Europeia.
Defendeu que é preciso regular quem não entrou legalmente e atualizar a execução das políticas aprovadas. Considerou que a proposta carece de melhorias que a IL apresentará em comissão e que a descida sem votação é o caminho certo.
Criticou a detenção até 360 dias de pessoas sem crime e a possível expulsão de menores de 16 anos. Propôs proibir a detenção de crianças e mães com filhos pequenos em centros de instalação temporária e garantir audição por juiz aos detidos nas fronteiras.
Criticou a proposta por facilitar a expulsão de imigrantes e requerentes de asilo. Considerou que permite detenções até um ano e a expulsão de menores com mais de 16 anos, e defendeu que o Governo devia focar-se em salários, pensões, saúde e habitação.
Defendeu que a proposta integra reformas úteis e que quem não respeita a lei tem de ser afastado, criticando a taxa de afastamento de 5 %. Considerou que há requerentes de asilo que são efetivamente imigrantes económicos.
Argumentou que a proposta arrisca violar a Convenção de Genebra, referindo pareceres do ACNUR, do Ministério Público e do Conselho Superior da Magistratura. Criticou a detenção de adultos até um ano e a expulsão de menores, e questionou o Governo sobre esse risco.
Defendeu uma política migratória séria, humana e organizada, com um Estado justo, eficiente e capaz de acolher com dignidade. Considerou que Portugal deve ser firme nas regras, mas nunca indiferente às pessoas, respeitando o direito internacional.
Manifestou preocupação com o prazo de um ano de detenção e com a terminologia, que associa a detenção à criminalidade. Perguntou como será salvaguardado o superior interesse da criança e que alternativas à detenção o Governo está disponível para discutir.
Defendeu que a proposta torna o retorno mais efetivo e evita o abuso do asilo, alinhada com as diretivas europeias. Propôs eliminar uma fase da notificação de abandono voluntário, alargar prazos de detenção fixados por juiz e baixar o diploma à comissão sem votação.
Quem falou, segundo os dados abertos do Parlamento. O vídeo e o Diário da Assembleia da República mostram o que cada pessoa disse.