Projeto de Lei 276/XVII: Altera o regime jurídico das instituições de ensino superior, procedendo à quarta alteração à Lei n.º 62/2007, de 10 de setembro
Votação na especialidade · 8 mai 2026
Toque num partido para ver os seus lugares
66 deputados a favor, 160 contra e 4 abstenções.
Nenhum deputado votou de forma diferente da sua bancada nesta votação.
Os autores propõem alterar a lei do ensino superior para valorizar a diferença entre universidades e politécnicos e reforçar a autonomia das instituições. Propõem também que nenhum grupo da comunidade académica tenha, isoladamente, maioria absoluta e que o reitor seja eleito diretamente, com critérios que equilibrem as unidades orgânicas.
Resumo gerado por IAPode conter imprecisões. Como é feitoLer o texto oficial
Um projeto de lei é apresentado por deputados ou partidos. Se for aprovado em votação final global, segue para promulgação pelo Presidente da República e torna-se lei. Mais termos no glossário
35 intervenções em 2 sessões · 10 partidos e o Governo
Resumo gerado por IAO que cada partido defendeu, a partir do Diário. Pode conter imprecisões.Como é feito
Voto de cada partido: Votação na generalidade · 5 dez 2025 · Aprovado
Voto de cada partido: Votação final global · 8 mai 2026 · Aprovado
Defendeu que a proposta do Governo, negociada na especialidade, incluiu propostas do PS, do Chega e de outras bancadas. Criticou o PS por avocar em Plenário propostas rejeitadas em especialidade, considerando que a negociação exige cedências de parte a parte.
Criticou a avocação, que comparou a um «cavaleiro legislativo», considerando que leva a Plenário propostas rejeitadas em especialidade ou nunca antes apresentadas. Defendeu que o PS quer alterar propostas que aprovou em especialidade, o que considerou desrespeito pelo trabalho parlamentar.
Defendeu que a racionalização da rede pública não deve depender da existência de estabelecimentos privados. Propôs estudo prévio e parecer do CCISP e da Agência de Acreditação para a fusão de privados em instituições públicas, e defendeu mais autonomia administrativa, patrimonial e financeira.
Criticou a avocação, que considerou uma deslealdade face ao trabalho em comissão, com audições e propostas de todos os partidos. Defendeu que a Iniciativa Liberal viu algumas das suas propostas aprovadas e que o texto, embora não seja liberal, resulta de trabalho conjunto.
Defendeu a avocação como figura regimental que permite continuar a discussão, e considerou que a atualização do RJIES é necessária, mas que a proposta abre a porta ao regime fundacional. Propôs mais orçamento e valorização das carreiras e da investigação científica.
Defendeu que a proposta mantém e aprofunda o regime fundacional, com entidades externas nos órgãos de gestão, e propôs revogá-lo. Criticou o peso de voto dos antigos alunos, superior ao dos trabalhadores, e defendeu paridade na participação da comunidade académica nos órgãos.
Defendeu que o Parlamento está a trabalhar num novo RJIES há mais de um ano, com propostas de todos os partidos, resultando num regime mais abrangente e menos estatista. Considerou que o PS não pode bloquear esta reforma do Governo.
Considerou que a alteração não resolve a falta de democraticidade do regime e abre campo ao aprofundamento da precariedade e à desvalorização da investigação científica. Defendeu o recurso a Plenário como instrumento parlamentar, porque a matéria cabe à Assembleia, e anunciou voto contra.
Defendeu uma revisão mais aprofundada do RJIES, com maior participação dos estudantes e valorização dos profissionais, aspetos que considerou ficarem de fora. Anunciou que acompanhará as propostas do PS e espera que o Orçamento do Estado permita retomar esse debate.
Quem falou, segundo os dados abertos do Parlamento. O vídeo e o Diário da Assembleia da República mostram o que cada pessoa disse.