Projeto de Lei 474/XVII: Elimina a possibilidade de privatização dos cuidados de saúde primários e dos cuidados hospitalares inserido no Serviço Nacional de Saúde
Votação na generalidade · 13 mar 2026
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12 deputados a favor, 218 contra e 0 abstenções.
Nenhum deputado votou de forma diferente da sua bancada nesta votação.
Os autores propõem acabar com a possibilidade de privatizar a gestão de cuidados de saúde primários e hospitalares do SNS. Defendem que o Governo tem desviado recursos públicos para o setor privado e que as unidades de saúde familiar de gestão privada podem recusar utentes.
Resumo gerado por IAPode conter imprecisões. Como é feitoLer o texto oficial
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18 intervenções a 12 mar 2026 · 10 partidos
Resumo gerado por IAO que cada partido defendeu, a partir do Diário. Pode conter imprecisões.Como é feito
Voto de cada partido: Votação na generalidade · 13 mar 2026 · Rejeitado
Defendeu que as USF modelo C complementam o modelo B e que os centros de atendimento clínico aliviam as urgências. Criticou a proposta de novos responsáveis de IA do Chega, por duplicar competências, e defendeu que o Governo centralize competências e reduza cargos redundantes.
Propôs que cada unidade local de saúde tenha um responsável pela integração e governação da inteligência artificial, que avalie a segurança das ferramentas antes de serem usadas. Defendeu que a IA exige supervisão humana, validação prévia e proteção de dados.
Defendeu que a autonomia exige funcionários públicos e que, em março, nenhum hospital recebeu ainda a proposta de contratualização. Criticou o corte de 10% na aquisição de serviços e a orientação às ULS para não aumentarem a produção, que considerou que trará mais listas de espera.
Defendeu que as unidades do SNS precisam de mais autonomia administrativa e financeira, menos burocracia e critérios de qualificação e experiência na escolha das administrações, com contratualização de objetivos e responsabilização. Argumentou que hospitais públicos e privados devem ter regras semelhantes para competir.
Criticou a IL por tratar o hospital como uma empresa e abrir espaço à externalização, defendendo financiamento adequado e reforço dos cuidados primários. Propôs travar a expansão das PPP e das USF modelo C, generalizar o modelo B e democratizar a governação das ULS.
Defendeu que é preciso investimento público na capacidade do SNS e que a autonomia seja real, não para externalizar. Propôs um concurso público para a designação do presidente das unidades de saúde e eleições para o diretor clínico e o enfermeiro-diretor.
Defendeu modernizar o regime das unidades EPE, estabelecido em 2005, com mais flexibilidade e autonomia, como prevê o Programa do Governo. Propôs reforçar as PPP e a articulação entre público, privado e social, para mais respostas com menos custos para o Estado.
Defendeu que as listas de espera e a falta de médico de família resultam do plano de emergência do Governo. Propôs revogar o regime das USF modelo C e as parcerias de gestão, defendendo o modelo B, que considerou eficiente e de qualidade.
Defendeu que o SNS está pressionado por anos de subfinanciamento e por uma dependência crescente do setor privado, que não resolve os problemas estruturais. Propôs reforçar os cuidados de saúde primários, valorizar os profissionais e garantir uma gestão que responda às pessoas.
Defendeu que muitas consultas são por situações ligeiras, propondo que as farmácias as atendam com protocolos rigorosos, como em França ou no Canadá. Propôs ainda testes rápidos nas USF, para que os médicos de família decidam mais depressa e evitem encaminhamentos desnecessários.
Quem falou, segundo os dados abertos do Parlamento. O vídeo e o Diário da Assembleia da República mostram o que cada pessoa disse.