Apreciação Parlamentar 2/XVII: Decreto-Lei n.º 93/2025, de 14 de agosto "Estabelece o regime jurídico da mobilidade elétrica, aplicável à organização, acesso e exercício das atividades relativas à mobilidade elétrica"
Votação final global · 27 fev 2026
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101 deputados a favor, 128 contra e 1 abstenções.
Nenhum deputado votou de forma diferente da sua bancada nesta votação.
Os deputados do PS pedem a apreciação parlamentar do Decreto-Lei n.º 93/2025, que altera o regime da mobilidade elétrica. Os autores defendem que o novo regime elimina a interoperabilidade obrigatória, pode aumentar os custos para os utilizadores e reduzir a concorrência.
Resumo gerado por IAPode conter imprecisões. Como é feitoLer o texto oficial
Na apreciação parlamentar, os deputados analisam um decreto-lei do Governo e podem propor alterá-lo ou fazê-lo cessar. Mais termos no glossário
18 intervenções a 7 jan 2026 · 9 partidos e o Governo
Resumo gerado por IAO que cada partido defendeu, a partir do Diário. Pode conter imprecisões.Como é feito
Voto de cada partido: Votação final global · 27 fev 2026 · Rejeitado
Defendeu que o modelo anterior já não responde às expectativas dos utilizadores nem ao quadro europeu, e que o novo regime elimina barreiras, como os contratos prévios. Considerou que a eliminação do CEME libertará o mercado e é condição para mais capacidade de carregamento.
Considerou que o diploma procura corrigir um modelo centralizado e acompanhou-o na generalidade. Questionou o regime transitório de data fixa, propondo uma avaliação da maturidade do mercado, e pediu obrigações claras que impeçam práticas restritivas.
Defendeu que o diploma elimina pilares do modelo de 2010, como a gestão centralizada da rede, e que ambos os regimes subsistam. Considerou que o Governo desconsiderou a consulta pública e que o modelo centralizado favorece a concorrência e a cobertura territorial.
Considerou que o novo regime é superior ao anterior, por se destinar a um mercado consolidado, mas que grande parte da regulamentação ainda está por fazer. Criticou a proposta de coexistência dos dois regimes e propôs pagamentos ad hoc obrigatórios e transparência nos preços.
Considerou positiva a obrigação de carregamento ad hoc, mas receou desigualdade territorial e possíveis aumentos de preços, devido à fragmentação dos sistemas. Considerou arriscado eliminar a gestão centralizada sem alternativa, e propôs interoperabilidade obrigatória e uma transição realista, com avaliações semestrais.
Considerou que o diploma desestabiliza o sistema energético, liberaliza a rede existente e multiplica contratos e intermediários, com pior serviço e preços mais altos. Questionou o planeamento da rede e os preços de referência, defendendo uma aposta nos transportes públicos.
Considerou que o novo modelo liberaliza e simplifica o setor, seguindo uma recomendação do CDS que visava remover barreiras identificadas pela Autoridade da Concorrência. Criticou a proposta do PS de reverter a mudança, considerando que o modelo anterior era centralizado e burocrático.
Considerou que a mobilidade elétrica contribui para reduzir emissões, fomentar a inovação e criar emprego, e que o regime pode criar segurança jurídica para empresas e cidadãos. Afirmou que o JPP poderá contribuir em especialidade para melhorar o diploma.
Defendeu que a ausência de contratos obrigatórios com operadores dá flexibilidade de acesso, favorecendo a transição energética, e que essa prerrogativa se mantenha. Considerou que o diploma deve simplificar sem pôr em causa a universalidade, e que mudanças bruscas não devem prejudicar os utilizadores.
Considerou que o novo regime responde às críticas ao modelo anterior e está alinhado com o regulamento AFIR. Defendeu a eliminação da gestão centralizada e o carregamento ad hoc sem contratos, e referiu um crescimento de 22% dos carregadores rápidos e ultrarrápidos em seis meses.
Quem falou, segundo os dados abertos do Parlamento. O vídeo e o Diário da Assembleia da República mostram o que cada pessoa disse.