Projeto de Lei 334/XVII: Cria o suplemento de agente único de transporte coletivos
Votação final global · 19 jun 2026
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130 deputados a favor, 100 contra e 0 abstenções.
Nenhum deputado votou de forma diferente da sua bancada nesta votação.
Cria um suplemento remuneratório para assistentes operacionais que exercem a função de agente único de transportes coletivos. Os autores defendem que estas funções têm mais responsabilidade, como a gestão da caixa e da bilhética a bordo e o contacto direto com o público. O suplemento é pago enquanto a pessoa exercer a função e mantiver a certificação.
Resumo gerado por IAPode conter imprecisões. Como é feitoLer o texto oficial
Um projeto de lei é apresentado por deputados ou partidos. Se for aprovado em votação final global, segue para promulgação pelo Presidente da República e torna-se lei. Mais termos no glossário
12 intervenções a 16 abr 2026 · 7 partidos
Resumo gerado por IAO que cada partido defendeu, a partir do Diário. Pode conter imprecisões.Como é feito
Voto de cada partido: Votação na generalidade · 17 abr 2026 · Aprovado
Considerou que o projeto do PS cria um suplemento para uma carreira extinta, sem prever negociação coletiva nem definir quem fixaria as funções. Questionou o que mudou desde 2008 e 2020, e apontou o risco de desigualdade face a outros assistentes operacionais.
Propôs a criação de uma carreira especial de agente único, com estatuto próprio, considerando nulo o impacto direto no Orçamento do Estado. Criticou o suplemento do PS, considerando que não cria carreira nem progressão e que se baseia em normas revogadas.
Defendeu o suplemento de 25 % para os agentes únicos, considerando-o uma solução imediata e executável. Criticou as novas carreiras e as recomendações ao Governo, considerando que demoram, e as posições do PSD e do CDS, que considerou centradas no passado.
Considerou que o suplemento não resolve a insegurança, e que o modelo dos serviços municipalizados está ultrapassado. Defendeu mercados concorrenciais com contratos de serviço público, e criticou as propostas do PCP e do Chega, considerando que voltam a centenas de carreiras.
Defendeu que as formações profissionais sejam pagas pela entidade empregadora e que os agentes únicos tenham salários e condições iguais aos que tinham quando existia a carreira especial. Considerou que as autarquias devem ser envolvidas, por a proposta implicar mais custos para elas.
Propôs que o Governo negocie com os sindicatos a reposição da carreira de agente único e uma revisão geral das carreiras da Administração Pública. Criticou o suplemento do PS, considerando que chega tarde e fica aquém das reivindicações dos cerca de 400 trabalhadores.
Criticou o PS, considerando que propõe um suplemento para uma carreira que o próprio partido extinguiu em 2008 e que não repôs quando governou. Defendeu que os suplementos devem garantir equidade e justiça em todas as carreiras da Administração Pública.
Quem falou, segundo os dados abertos do Parlamento. O vídeo e o Diário da Assembleia da República mostram o que cada pessoa disse.