Projeto de Lei 366/XVII: Altera o regime do trabalho por turnos e noturno e reforça a proteção social dos trabalhadores por turnos e noturnos
Votação na generalidade · 19 jun 2026
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72 deputados a favor, 91 contra e 67 abstenções.
Nenhum deputado votou de forma diferente da sua bancada nesta votação.
Altera o Código do Trabalho para os trabalhadores por turnos e noturnos, também na Administração Pública. Os autores defendem que a lei atual não protege suficientemente estes trabalhadores, que enfrentam problemas de saúde e dificuldades na vida familiar. A proposta define regras de descanso, horários máximos e acréscimos de salário.
Resumo gerado por IAPode conter imprecisões. Como é feitoLer o texto oficial
Um projeto de lei é apresentado por deputados ou partidos. Se for aprovado em votação final global, segue para promulgação pelo Presidente da República e torna-se lei. Mais termos no glossário
51 intervenções a 18 jun 2026 · 10 partidos e o Governo
Resumo gerado por IAO que cada partido defendeu, a partir do Diário. Pode conter imprecisões.Como é feito
Voto de cada partido: Votação na generalidade · 19 jun 2026 · Rejeitado
Defendeu a reforma como amiga da competitividade e destinada a aumentar salários, considerando-a alinhada com a legislação europeia e legitimada pelo programa eleitoral e pelo acordo tripartido. Questionou a ministra sobre o banco de horas, as férias, as compensações e a licença parental.
Questionou a ministra sobre a reintegração e os trabalhadores por turnos, considerando que a reforma não os valoriza. Defendeu a reintegração em despedimentos ilegais, a reposição de 25 dias de férias e um subsídio para turnos, e considerou que o PS não apresentou propostas.
Considerou que a reforma reduz direitos, aumenta a precariedade e facilita despedimentos, e que não estava no programa eleitoral. Criticou as concessões do Governo ao Chega, considerando que este mudou de posição e propõe um banco de horas individual.
Considerou que a proposta do Governo, embora no caminho certo, não é uma reforma estrutural. Propôs licença parental até 240 dias, com 42 dias obrigatórios para o pai, e direitos para trabalhadores independentes e famílias monoparentais, questionando a disponibilidade do Governo para as incorporar.
Considerou que o pacote laboral não estava no programa eleitoral e defendeu 35 horas semanais, 25 dias de férias e seis meses de licença parental pagos a 100 %. Criticou que trabalhadores que ganham em tribunal possam não ser readmitidos.
Considerou que o pacote laboral prejudica os trabalhadores, questionando que artigo impede as grandes empresas de aumentar os salários. Alertou para o agravamento da precariedade, do trabalho extraordinário não pago e dos despedimentos, apelando ao voto contra.
Considerou que a legislação laboral rígida prejudica sobretudo jovens e desempregados, defendendo uma reforma para flexibilizar o Código do Trabalho. Questionou o PS sobre as ideias de Mário Centeno sobre o mercado de trabalho e defendeu que a reforma não pode ser adiada.
Considerou que o pacote laboral puxa os salários para baixo e não garante direitos aos trabalhadores por turnos. Criticou as 48 propostas de alteração do Chega, por não incluírem a redução da idade da reforma.
Considerou que qualquer política que aumente a instabilidade laboral dificulta o combate ao inverno demográfico. Defendeu que os primeiros meses de vida de uma criança são prioridade nacional, considerando o apoio às famílias um investimento, não uma despesa.
Considerou que a reforma limita direitos à greve e exige declarações a mães que amamentam. Defendeu o luto gestacional, a redução de duas horas sem perda de direitos para quem tem filhos até aos 2 anos e a proteção de vítimas de violência doméstica.
Defendeu a reforma Trabalho XXI como forma de aumentar produtividade, competitividade e salários, considerando que reforça direitos na parentalidade, nas compensações e na regulação da inteligência artificial. Considerou que flexibiliza regimes laborais rígidos e não corta direitos dos trabalhadores.
Quem falou, segundo os dados abertos do Parlamento. O vídeo e o Diário da Assembleia da República mostram o que cada pessoa disse.