Projeto de Lei 60/XVII: Cria a Unidade Nacional de Polícia de Estrangeiros e Fronteiras da Polícia de Segurança Pública
Votação final global · 16 jul 2025
Toque num partido para ver os seus lugares
160 deputados a favor, 11 contra e 59 abstenções.
Nenhum deputado votou de forma diferente da sua bancada nesta votação.
Cria a Unidade Nacional de Polícia de Estrangeiros e Fronteiras, dentro da PSP, para estrangeiros, fronteiras e aeroportos. Os autores defendem que esta unidade deve assumir as tarefas de afastamento, readmissão e retorno que hoje são da AIMA, praticamente paralisadas desde a extinção do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras.
Resumo gerado por IAPode conter imprecisões. Como é feitoLer o texto oficial
Um projeto de lei é apresentado por deputados ou partidos. Se for aprovado em votação final global, segue para promulgação pelo Presidente da República e torna-se lei. Mais termos no glossário
27 intervenções em 2 sessões · 9 partidos e o Governo
Resumo gerado por IAO que cada partido defendeu, a partir do Diário. Pode conter imprecisões.Como é feito
Voto de cada partido: Votação na generalidade · 4 jul 2025 · Aprovado
Defendeu que o debate é sobre segurança e soberania, e que a unidade deve controlar as fronteiras aeroportuárias, o retorno e a fiscalização, a cargo da PSP. Considerou laterais as críticas sobre efetivos e remunerações, que não são o objeto da proposta.
Considerou que a unidade exige meios, mais vagas de ingresso e valorização da carreira da PSP, e que não pode retirar polícias da rua. Atribuiu a origem do problema à extinção do SEF e disse estar disponível para ajudar na criação da unidade.
Afirmou que o PS não se opôs à unidade, mas considerou que concentrar o retorno na PSP desaproveita a GNR. Defendeu reforçar os efetivos e clarificar a relação com o Sistema de Segurança Interna.
Criticou a extinção do SEF e o processo seguinte, atribuindo a responsabilidade ao PS. Defendeu que a unidade é necessária e pode ser melhorada na especialidade, afirmando que o Chega votou contra a proposta anterior.
Considerou que a proposta inicia a reversão de uma separação justa entre funções administrativas e policiais, e que o problema não se resolve com a PSP a tratar de processos administrativos. Perguntou que recursos serão alocados à PSP e como serão obtidos técnicos especializados.
Considerou que a proposta não dá resposta adequada, porque a PSP não tem meios para as funções atuais. Anunciou que não vota a favor da proposta do Governo, por dúvidas de coerência na distribuição de competências entre PSP, GNR e PJ.
Defendeu que a unidade é necessária para permitir o afastamento de imigrantes em situação irregular, porque a AIMA não tem competências para o afastamento. Considerou que o chumbo da proposta na legislatura anterior fez perder nove meses de controlo das fronteiras.
Afirmou que não se opõe à reorganização do controlo de fronteiras, mas exigiu rigor, planeamento e transparência. Considerou que a unidade, sem reforço de meios humanos, técnicos e formativos, poderá ser só uma mudança de nome, e defendeu uma abordagem legal e humana.
Considerou que a unidade recria um mini SEF, militarizando o controlo de fronteiras com amplos poderes de afastamento, expulsão e retorno. Pediu à Ministra uma política humanista, sem retirar polícias das ruas, e alertou para o risco de olhar os migrantes como ameaça.
Defendeu a unidade para que a PSP execute afastamentos e expulsões, que considerou sem execução após a extinção do SEF. Considerou que a separação de funções deve manter-se e que as funções policiais têm de ser clarificadas para cumprir a lei e compromissos europeus.
Voto de cada partido: Votação final global · 16 jul 2025 · Aprovado
Quem falou, segundo os dados abertos do Parlamento. O vídeo e o Diário da Assembleia da República mostram o que cada pessoa disse.